De acordo com os dados divulgados pela Eurostat, a taxa de desemprego subiu na Zona Euro para os 8,2 % e em Portugal para os 8,1 % no mês de Janeiro. Na Europa comunitária, há apenas quatro países com mais desemprego do que Portugal.

Em Portugal, a taxa de desemprego subiu de 7,9 % em Dezembro de 2008 para 8,1 % em Janeiro deste ano, contra os 7,7 % verificados em Janeiro de 2008.

Dados que colocam Portugal como o quinto país da Europa comunitária com mais desempregados. Números só superados pela Espanha, com uma taxa de 14,8%, Eslováquia (9,8%), Irlanda (8,8%) e França (8,3%).

FONTE: Jornal de Notícias

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De acordo com o Diário de Notícias entre Setembro e Novembro de 2008, o número de inscritos nos centros de emprego disparou. Com quase 70 mil novas inscrições, o mês de Outubro foi o pior mês de sempre.

Em média, no último ano increveram-se 60 mil pessoas por mês nos centros de emprego. Uma tendência que se acentuou nos últimos três meses.

Este valor representa um aumento de cerca de 20% em relação ao mesmo período de 2007. E é ainda a subida mais significativa desde Abril de 2003.

Até ao final de Novembro, o número de inscritos ascendia aos 409 mil. Uma subida de 2,9% em relação a igual período do ano anterior. 

O principal motivo de desemprego,continua a ser o fim do trabalho não permanente, mas há ainda os despedimentos unilateral e por mútuo acordo que têm também aumentado.

Por regiões, o Norte continua a liderar. O número de novos desempregados aumentou 28%, seguindo-se a região de Lisboa e Vale do Tejo com pouco mais de 27%.

FONTE: SIC

Continuam as más notícias relativamente ao desemprego. De acordo com a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico) a economia portuguesa pode recuar 0,2% em 2009, e o desemprego pode atingir 8,8% em 2010, ou seja o valor mais alto desde 1986.

As previsões da OCDE, divulgadas ontem, são mais pessimistas do que as do Governo, do Fundo Monetário Internacional e da Comissão Europeia. A organização antecipa que a actividade económica em Portugal retroceda até à segunda metade de 2009, com a queda do investimento e das exportações, e que recupere “lentamente” em 2010.

VIA: Jornal de Notícias